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Aividade de casa - final - Emar Vigneron

  Luísa   Amanheceu, para desespero de Luísa. Ela estudava em um ótimo colégio, particular e muito elitista, mas não era rica. Estava ali porque sua tia era professora da instituição, tendo um bom desconto para a menina. Mas, de antemão, ela sabia que seria mais um dia difícil, pois era ignorada pelas colegas de classe, além de sofrer todo o tipo de ironia, discriminação e deboche. Afinal, ela era somente uma aluna pobre. Apesar de não pertencer à mesma classe social que os colegas da escola, ela não era tão pobre e, sendo filha única, tinha roupas bonitas e era uma linda garota. Claro que não eram as roupas de griffe das colegas, nem os seus perfumes eram franceses. E nem tinha a beleza fina e poliglota das demais. Enfim, mais um dia. Ao chegar, soube que haveria um teste surpresa e todos estavam assustados, mas Luísa não. Como excelente aluna que era, estava sempre preparada para qualquer surpresa como a de hoje. Ela estava sem paciência para aturar as colegas se ...

Atividade de casa Final - Brenno Martins

Dona Vanilda era respeitada por todos onde morava, estava sempre desdobrada para os afazeres da igreja. Fiél a Deus e ao seu marido, passava suas manhãs e tardes na igreja, e a noite, cuidava do seu lar e de seu esposo. Sua rotina era a mesma, até mesmo o caminho que traçava nas ruas. Sempre subia a rua do Barão Verde, onde ignorava com desdém os pedintes da esquina, passava pela praça da esperança contornando os abandonados que repousavam nas sombras das árvores e chegava por fim até a Igreja que frequentava, onde passava horas pedindo a Deus misericórdia pela vida dos pobres, os que, mesmo pobres, ainda entregavam tributos na igreja.  Por anos, Dona Vanilda manteve a boa reputação de sua família. Certa vez, ao descobrir que uma sobrinha estava grávida sem ter se casado, mandou a moça para morar com os parentes que viviam no interior, antes que toda a cidade ficasse sabendo do caso. E poucos sabem que a mesma foi a culpada pela perda repentina e misteriosa do bebê, que não teve a ...
 Atividade de casa 8 Na aula do dia 01 de outubro, estudamos a importância da retextualização. Fizemos a leitura do poema "Caso do Vestido", de Carlos Drummond de Andrade, seguida de uma atividade, e também a leitura do poema "Morte do leiteiro", do mesmo poeta, que é uma crítica ao dito popular "bandido bom é bandido morto", ainda que esse último poema tenha sido escrito em 1945.  Para fazer essa atividade, escolha uma das frases abaixo e, a partir dela, desenvolva um texto com um narrador de 3ª pessoa, aquele que tudo sabe, vê e conta. Se bem trabalhado, esse narrador pode fazer uma diferença enorme na história. E não se esqueça de dar um título à sua história. Bora colocar a mão na massa!  1- NÃO ADIANTA CHORAR SOBRE O LEITE DERRAMADO 2- MAIS VALE UM PÁSSARO NA MÃO DO QUE DOIS VOANDO 3- POR FORA, BELA VIOLA; POR DENTRO, PÃO BOLORENTO 4- GATO ESCALDADO TEM MEDO DE ÁGUA FRIA 5- A ASSOMBRAÇÃO SABE PRA QUEM APARECE 6- FILHO DE PEIXE PEIXINHO É.  Data de ent...

Atividade repentina 7 - Kayo Oliveira

 Qual minha morada? O crucifixo? Ou a água? 17 anos de escolhas malfeitas. Na verdade não escolhi muito, as coisas meio que foram escolhidas por mim e eu só fui me adaptando até chegar onde estou hoje. Esse lugar aqui não é minha morada. Eu nunca pertenci a ele. Porque não importa o quanto eu me esforçasse, nunca era o suficiente, mas, ainda assim, continuo tentando. Estou segurando o crucifixo do meu terço e tentando, enquanto ouço minha mãe, com água benta em mãos, dizer que vai passar e meu pai dizer que estou doente, rezar o credo.   Tenho estado entre a cruz, a espada e a caldeirinha. Hoje é sexta-feira, “Primeiro Mistério Doloroso – A Agonia”.

Atividade de casa 7 - Emar Vigneron

  Fim do sonho   Há tanto tempo Luísa temia que este dia chegasse. Era algo que não estava em seus planos, mas a Ave Maria começou e, sem opção, entrou na Igreja para se casar.

Atividade de casa 6 - Emar Vigneron

  Assédio Mônica acordou mais cedo naquela manhã. Ainda precisava dar uma última lida na matéria da prova. Tomou um banho rápido e saiu para a faculdade. Lá chegando, tomou um susto com o que viu. Era Verônica, sua melhor amiga, sendo assediada pelo professor. Que cretino! Sorrateiramente, ela correu para a sala da diretoria e me chamou para ver o que estava ocorrendo. Ainda chegamos a tempo de vê-lo dar um tapa em seu rosto. Mônica filmou e eu, na mesma hora, intervi, empurrando-o para longe da menina e disse-lhe: Vá direto para a sala do diretor. Lá chegando, o diretor perguntou o que houve e eu lhe contei tudo o que aconteceu. Ele ficou extremamente nervoso, pois já havia ouvido, pelos corredores, sobre um professor que assediava e molestava as alunas. Em uma Universidade, salvo raras exceções, todas as alunas são maiores de idade, o que pode facilmente ser motivo para que o sujeito vire a história para se vitimizar. O diretor se dirigiu a mim, sua secretária, e pediu qu...

Atividade de casa 7 — orientações

  Escreva um microconto e, a partir dele, produza um título que desperte a curiosidade do leitor e que dialogue diretamente com o texto produzido. Profª Érica Luciana