Atividade repentina 1 - Kayo Oliveira
Só.
O peito aperta, a alma afaga. Sinto a dor do esforço acumular e o descanso se esvair. Não dá para parar, nem desacelerar. O movimento é constante, incessante. Talvez ao parar, eu voe... Mas meus ossos pesam.
Corre o rio e o sangue. As pernas doem. A cicatriz, que outrora esteve aberta, ainda incomoda - visual e fisicamente. O som e a luz fazem a cabeça emergir, mas algo puxa para o mergulho... O mergulho raso no ser e no não querer ser.
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